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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

@@@ Da série Recordar é viver>>PSDB, José Serra e os Sanguessugas!...

@@@ 2007 - relembrar é viver>>Governo tucano: mais de 50 CPIs na fila ou engavetadas.

“O PT vai pressionar o presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo, Vaz de Lima (PSDB), para que seja aberta a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da CDHU. “Vamos pressionar e usaremos o argumento de que esse tipo de apuração é um direito garantido às minorias”, explicou o deputado estadual Enio Tatto (PT).

A CPI da CDHU foi o único pedido de investigação feito pela oposição que obteve o número mínimo de assinaturas até agora. Os 14 demais pedidos que aguardam para ser abertos foram feitos por partidos da base aliada ao governo. Até agora nenhuma CPI foi instalada.”

O Estado de São Paulo
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@@@ Serra, Folha e a reforma agrária.

“Primeiro foi o governador de São Paulo, José Serra, que "teorizou" sobre a inviabilidade econômica da reforma agrária, talvez incomodado com as novas ocupações de terras no Pontal do Paranapanema. Num encontro com a juventude do PSDB, no último final de semana, o tucano-mor afirmou que é "impossível" realizar uma reforma agrária "bem feita", devido aos custos "caríssimos". Ele se baseou num estudo feito no governo FHC, que estimou o gasto desta reforma em US$ 35 mil por família, incluindo desapropriação das terras, créditos rurais e infra-estrutura para os assentados. Revelando que a sua fiel adesão aos dogmas ortodoxos é antiga, ele confessou que chegou a essa conclusão nos anos 70, durante o seu exílio no Chile.”


Altamiro Borges / Adital
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@@@ Estabilidade do Real era falsa, diz presidente do BNDES.

“Em entrevista publicada no jornal Folha de S.Paulo, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, afirmou que o verdadeiro equilíbrio da economia veio somente em 2005, com a melhoria das contas externas. Segundo Coutinho, a estabilidade proporcionada pelo Plano Real "foi extremamente precária" e "vulnerável" às crises cambiais que culminavam em pressões inflacionarias e, conseqüentemente, em aumento da taxa de juros. Com tal cenário, segundo ele, a economia estava "incapacitada para o crescimento".
Para Coutinho, a "verdadeira" estabilização da economia brasileira ocorreu a partir de 2005, com o crescimento das exportações, do saldo do balanço de pagamentos e das reservas internacionais. "Esse crescimento, depois de 2005, solidificou de tal forma o balanço, aumentou as reservas, reduziu a vulnerabilidade externa e, finalmente, estabilizou verdadeiramente a economia brasileira." Segundo ele, o Plano Real proporcionou "quase uma falsa estabilização".

Vermelho.org / Informes
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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

@@@ Por quê votar em Dilma 13?



O meu desejo é tecer breves conceitos para colaborar no momento político brasileiro, porém através destes desenvolver e interpretar os movimentos da sociedade com o objetivo de contribuir com o discurso democrático em pauta. As duas candidaturas DILMA/LULA e SERRA/FHC são representações desenvolvidas e organizadas através de projetos que representam grupos sociais diferentes.

DILMA representa a continuidade das mudanças que favorecem todas as classes, bem como a legitima representação dos movimentos sociais do Brasil. Já a outra candidatura, a de SERRA, representa o retorno de um projeto das elites nacionais e internacionais, que tem afinidades com as dinâmicas do capital concentrador e excludente socialmente, ou seja, a representação do agrupamento da renda e a negação de sua repartição de forma justa e igualitária.

A soberania popular em pauta nos garante as mudanças por meio das possibilidades democráticas. Não existe outra forma na atual conjuntura mundial em jogo, o que permanece hoje são relações de poder e de dominação, que para o modelo concentrador não é interessante perder o domínio das massas. Atualmente, o representante do poder mundial é SERRA. As mudanças brasileiras só ocorrem com o atendimento aos marginalizados e despossuídos do país, que se completam como as transformações econômicas, sociais, ambientais e culturais, sendo DILMA a verdadeira representação das mudanças coletivas.

As possibilidades de continuidade das mudanças são representadas pelo processo democrático, bem como a ocupação dos espaços através da sociedade representativa. Quem tem esta característica é o projeto de governo da candidata DILMA. Por outro lado, o projeto de governo do candidato SERRA representa a preservação do modelo dominador, excludente e por tabela a volta da velha guarda que atrasou o país por muitos anos, inclusive através de ditaduras, asfixia e o silenciar dos atores sociais representativos do processo popular em curso.

Além disso, a estabilidade democrática da América Latina no projeto SERRA fica comprometida, visto que a hegemonia do modelo das representações do capital tem como propósito o controle dos espaços. O Brasil é a representação máxima em termos estratégicos para a dominação e o desenvolvimento de atitudes antidemocráticas, anti-sociais e de controle dos intérpretes sociais regionais. Ao mesmo tempo é importante fazer comparativos dos resultados entre os oito anos do governo FHC/SERRA e o governo LULA/DILMA. Com esse comparativo deixa claro quem tem condições de desenvolver um plano de Estado com crescimento social, este projeto é garantido com DILMA na Presidência.

É importante observar quem representa quem nesse processo. Este é o momento de entender que as candidaturas não são iguais, os projetos e as práticas de governo são diferentes. A candidatura da presidenciável DILMA tem consigo a confiança da continuidade das mudanças, que possibilita construir uma sociedade cidadã, justa e respeitada. A CANDIDATURA DILMA É A QUE MAIS SE ASSEMELHA COM OS BRASILEIROS.

Dr. Fiorelo Picoli - Professor da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, Campus Universitário de Sinop/MT. Doutor em Administração e Direção de Empresas pela Universidade de León – Espanha.

Enviado por: Célio / Júnior:

@@@ Tropa de choque virtual de Serra adulteram mensagens de apoio pró Dilma na internet rs rs

“Segundo petistas, mensagem foi 'adulterada'; ministro do Esporte e presidente do Corinthians são alguns dos nomes citados



Um manifesto pró-Dilma Rousseff, acompanhado de uma lista de nomes de autoridades e figuras ligadas à área de esporte, foi "adulterado" e transformado em documento pró-José Serra, acusam petistas. A mensagem modificada, que circula pela internet, defende o voto no tucano, reunindo os nomes do ministro do Esporte, Orlando Silva, da deputada federal Manuela d'Ávila (PC do B-RS) e do presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, entre outros.

A existência do manifesto original foi confirmada por três pessoas da lista: a deputada Manuela, o ex-jogador de futebol Bobô e o ex-campeão mundial de boxe Acelino "Popó" Freitas. Todos defendem o voto em Dilma. O ministro Orlando Silva não foi localizado pela reportagem.

Segundo Manuela, haverá um lançamento regional do manifesto pró-Dilma em Porto Alegre, no dia 28, sem a participação da presidenciável. A coleta de assinaturas teria começado há cerca de 10 dias, a partir de contatos da militância por telefone e e-mails. O objetivo, afirma "Popó", era criar uma corrente de mensagens, permitindo que o manifesto chegasse a diversos contatos da rede mundial de computadores.

"Fiquei surpreso, hoje não se tem mais controle sobre essas coisas", disse ao Estado o ex-boxeador, que concorreu a deputado federal nestas eleições pelo PRB baiano. "Ando para cima e para baixo com o meu carro, que tem adesivo da Dilma."

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@@@ Mais um exemplo de marqueting deplorável de José Serra.

@@@ Dilma rebate Veja e exige provas de novas acusações.



Rede Brasil Atual / ABr

“Em entrevista coletiva após comício que reuniu milhares de militantes em Carapicuiba, região metropolitana de São Paulo, a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, rebateu neste sábado (23) as acusações de que teria encaminhado pedidos à Secretaria Nacional de Justiça, ligada ao Ministério da Justiça, para a elaboração de supostos dossiês.

A acusação foi feita pela revista Veja, que alega ter acessado gravações de conversas que comprovam a denúncia. A candidata negou as informações durante entrevista coletiva em São Paulo.
“Eu nego terminantemente esse tipo de conversa às vésperas das eleições. Gostaria muito que houvesse, por parte de quem acusou, a comprovação e a prova de que alguma vez fiz isso”, reagiu Dilma. “É muito fácil, na última hora, na semana da eleição, criar uma acusação contra a pessoa sem prova alguma. É grave utilizar desses métodos nesta reta final.”

Dilma descartou qualquer relação alguma com as acusações. “Quero, mais uma vez, confirmar que nego terminantemente e repudio esse tipo de acusação, absolutamente sem provas”, disse. “Eu nego terminantemente e acredito que algumas pessoas teriam alguma razão para fazer isso [levantar falsas denúncias]. Não me coloque no meio de práticas com que eu não tenha relação alguma”, afirmou.

A revista Veja desta semana publica suposta reportagem sobre supostas gravações feitas no gabinete do ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Júnior, de conversas com funcionários do Ministério da Justiça. Nos diálogos, Tuma Júnior cita o desconforto de Pedro Abramovay – que o sucedeu na secretaria - por receber eventuais pedidos para a elaboração de dossiês.”


Foto: Divulgação (Comício Carapicuíba)
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