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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

@@@ Resultado: Deputado Federal PT/SC, Jorge Boeira citado como um dos campeões de liberação de verbas através de emendas nos primeiros 11 dias de fevereiro 2011.



O deputado federal, Jorge Boeira, foi citado em matéria do jornal Estado de SP, do dia (17/02), como um dos campeões de liberação de verba via emendas. Um levantamento feito pelo veículo apontou Boeira e outros quatro parlamentares do Brasil com os que mais conseguiram liberar verba de emendas individuais nos primeiros 11 dias de fevereiro deste ano. Neste período Boeira trabalhou a liberação de R$ 1,3 milhão para obras em instituição federal de educação e transporte escolar. Segundo o Boeira o perfil de suas emendas são concentradas na educação e com foco no plano de governo e isso facilita”, enfatiza. 

Jornal da Manhã

@@@ Dilma inaugura nova etapa e vai aparecer mais


“No lugar de reuniões internas, que perderão parte de seu espaço na agenda, entram eventos públicos, viagens e entrevistas

A presidente Dilma Rousseff vai inaugurar nova etapa de sua Presidência e começará a aparecer mais.

Com a votação do salário mínimo prestes a ser concluída e os cortes orçamentários já em fase de detalhamento, será dado como encerrado o "ciclo de organização", como define um auxiliar, e ela deverá "aparecer mais".

No lugar de reuniões internas, que perderão parte de seu espaço na agenda, entram eventos públicos, viagens e entrevistas.
A presidente aparecerá como protagonista nas próximas inserções do PT, que ficarão a cargo de João Santana, o marqueteiro da campanha eleitoral de Dilma.

A maior parte da agenda da presidente é formada por reuniões privadas, o que contrasta com o verificado no período de Lula na Presidência.”

Novojornal / folha.com

@@@ No Congresso e no governo, PT reage às mudanças no Código Florestal

“Decididos a enfrentar o trator político do agronegócio na Câmara dos Deputados e na mídia, o governo federal e, mais particularmente, o PT, começam a reagir para evitar qualquer pressa na votação do Projeto de Lei que propõe alterações no Código Florestal brasileiro.

Enquanto o Ministério do Meio Ambiente (MMA), sob o olhar atento da presidenta Dilma Rousseff, prepara uma versão alternativa ao texto elaborado pelo deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB), o PT, por intermédio de suas secretarias nacionais de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Smad) e Agrária (SNA), sinalizou que as mudanças no Código precisam ser mais bem discutidas antes de qualquer votação. Por sua vez, a bancada do partido na Câmara decidiu criar um grupo de trabalho para também elaborar uma alternativa ao projeto de Aldo.

Durante um seminário organizado em conjunto na noite de terça-feira (15) em Brasília, cerca de 50 militantes que atuam na Smad ou na SNA deram uma demonstração de união interna no PT entre dois setores que, no seio do governo federal, têm posições antagônicas em relação ao Código Florestal.

"O objetivo das secretarias é unificar a ação política dos petistas e contribuir para que a votação de um novo Código Florestal represente de fato um caminho para um futuro com desenvolvimento social e econômico inclusivo e ambientalmente sustentável para todos os brasileiros", afirma o secretário nacional agrário do PT, Elvino Bohn Gass.

Além de Bohn Gass, participaram do seminário o secretário nacional de Meio Ambiente do PT, Júlio Barbosa e o líder do partido na Câmara, Paulo Teixeira (SP), além de outros 20 deputados e senadores petistas. Pelo governo, tomaram parte nas discussões o diretor de Florestas do MMA, João de Deus Medeiros, e Luiz Antônio Carvalho, que é assessor especial da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Pelos movimentos sociais, estiveram presentes ao seminário representantes da CUT, da Contag, da Fetraf e do ISA.

Ao final do seminário, as duas secretarias do PT divulgaram nota onde afirmam: "a necessidade do aperfeiçoamento de alguns pontos do atual Código Florestal e a necessidade de aprofundamento de vários pontos presentes na proposta do substitutivo que podem causar impactos econômicos, sociais e ambientais negativos".


Maurício Thuswohl, Rede Brasil Atual
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@@@ O que falar de Dilma?

“Pelo que parece, a “grande imprensa” vai passar quatro anos a se remoer. Achava que a presidenta seria cópia piorada de Lula. Dá-se o caso que, neste início de governo, ela surpreendeu a mídia. Exatamente no que menos
se esperava: está fazendo, desde o primeiro momento, o governo dela



É engraçado ler nossa “grande imprensa” nos dias que passam. Seus colunistas e comentaristas vivem momentos difíceis, dos quais tentam escapar com saídas cômicas.

A raiz de seus problemas é que não sabem como lidar com Dilma Rousseff. Talvez achassem que seu governo seria óbvio. Que ela seria uma personagem que conseguiriam explicar com meia dúzia de ideias prontas.

Imaginavam, talvez, que o compromisso que ela assumiu com a continuidade do trabalho de Lula faria com que ficasse de mãos atadas. E, quando ela confirmou vários ministros e auxiliares do ex-presidente na sua equipe, devem ter tido certeza de que suas expectativas se confirmariam.

Achavam que Dilma seria uma cópia carbono de Lula. Piorada, naturalmente, pois sem sua facilidade de comunicação e carisma.

Estava pronta a interpretação do novo governo: na melhor das hipóteses, uma repetição sem brilho das coisas que conhecíamos.

Para quem, como nossos bravos homens e mulheres da “grande imprensa”, achou que o governo Lula havia sido uma tragédia, o de Dilma seria uma farsa. Como dizia o velho Karl Marx, quando a história se repete, é isso que acontece.

Dá-se o caso que, neste início de governo, Dilma os surpreendeu. Exatamente naquilo que menos esperavam: está fazendo, desde o primeiro momento, o governo dela.

Não há sinal mais evidente que a mudança que experimentou a parcela do ministério que manteve. Ficaram parecidos com os novos. São ministros dela e não ex-ministros de Lula.”

Marcos Coimbra, Carta Capital
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

@@@ Tucanos afastam pretensões de Serra à Presidência do PSDB


“A disputa interna pelo comando do PSDB se acirrou, nesta quinta-feira, após o ataque do deputado Jutahu Magalhães Jr. (PSDB-BA) ao atual presidente da legenda e candidato à própria sucessão, Sérgio Guerra. Magalhães Jr. disse a jornalistas, nesta manhã, que Guerra teve uma “atitude indigna” ao apoiar um abaixo-assinado favorável à sua recondução ao cargo em detrimento do candidato derrotado à Presidência da República José Serra, postulante ao comando da legenda.

Jutahy acusa Guerra de haver criado uma espécie de fato consumado para que os deputados tucanos aderissem ao abaixo-assinado, que recebeu o apoio do senador eleito Aécio Neves e do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin.

– A atitude do presidente Sérgio Guerra foi indigna e o desqualifica como presidente do partido. Ele fez um pronunciamento, numa reunião convocada exclusivamente para eleger o líder, passando a ideia de que havia um acordo desrespeitoso da cúpula. Vamos reagir – convocou.”




Correio do Brasil
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@@@ Julian Assange aos brasileiros: por que confiar no WikiLeaks.


“Em entrevista exclusiva aos internautas brasileiros, o fundador da ONG WikiLeaks, Julian Assange, ressaltou a credibilidade das informações — em geral, segredos de Estado — divulgadas no site da organização. Um dos fatores do crédito da ONG, segundo Assange, é seu caráter essencialmente público.



“O WikiLeaks é uma das organizações globais mais responsáveis que existem. Prestamos muito mais contas ao público do que governos nacionais, porque todo fruto do nosso trabalho é público. Somos uma organização essencialmente pública; não fazemos nada que não contribua para levar informação às pessoas”, afirmou.

O fundador do WikiLeaks enalteceu as contribuições que, a seu ver, a ONG presta à democracia e aos povos. “O livre fluxo de conhecimento de grupos poderosos para grupos ou indivíduos menos poderosos é também um fluxo de poder — e portanto uma força equalizadora e democratizante na sociedade”.

Para Assange, as manipulações da grande mídia internacional chegam a ser mais perigosas do que as manipulações dos chefes de Estado. Citando a Guerra do Iraque, “alavancada pela grande mídia dos Estados Unidos”, ele opina que “os interesses ou afiliações perniciosas da mídia e de seus donos permitem abusos por parte dos governos”.

Em contrapartida, Assange defendeu a polêmica pareceria entre seu site e órgãos da grande mídia para revelar segredos de Estado. “Trabalhamos com grupos de jornalistas ou de pesquisadores de direitos humanos que têm uma audiência significativa. Muitas vezes isso inclui veículos de mídia estabelecidos; mas também trabalhamos com alguns jornalistas individuais, veículos alternativos e organizações de ativistas, conforme a situação demanda e os recursos permitem”, afirmou.

A entrevista dos internautas com o fundador do WikiLeaks foi mediada pela blogosfera progressista. Cerca de 350 perguntas do público brasileiro foram encaminhadas ao blog cartacapitalwikileaks.wordpress.com, que selecionou 12 indagações a Assange. Confira abaixo a íntegra da entrevista.

Vários internautas: O WikiLeaks tem trabalhado com veículos da grande mídia — aqui no Brasil, Folha e Globo, vistos por muita gente como tendo uma linha política de direita. Mas, além da concentração da comunicação, muitas vezes a grande mídia tem interesses próprios. Não é um contrassenso trabalhar com eles se o objetivo é democratizar a informação? Por que não trabalhar com blogs e mídias alternativas?
Julian Assange: Por conta de restrições de recursos, ainda não temos condições de avaliar o trabalho de milhares de indivíduos de uma vez. Em vez disso, trabalhamos com grupos de jornalistas ou de pesquisadores de direitos humanos que têm uma audiência significativa. Muitas vezes isso inclui veículos de mídia estabelecidos; mas também trabalhamos com alguns jornalistas individuais, veículos alternativos e organizações de ativistas, conforme a situação demanda e os recursos permitem.

Uma das funções primordiais da imprensa é obrigar os governos a prestar contas sobre o que fazem. No caso do Brasil, que tem um governo de esquerda, nós sentimos que era preciso um jornal de centro-direita para um melhor escrutínio dos governantes. Em outros países, usamos a equação inversa. O ideal seria podermos trabalhar com um veículo governista e um de oposição.

Marcelo Salles: Na sua opinião, o que é mais perigoso para a democracia: a manipulação de informações por governos ou a manipulação de informações por oligopólios de mídia?
JA: A manipulação das informações pela mídia é mais perigosa, porque quando um governo as manipula em detrimento do público e a mídia é forte, essa manipulação não se segura por muito tempo. Quando a própria mídia se afasta do seu papel crítico, não somente os governos deixam de prestar contas como os interesses ou afiliações perniciosas da mídia e de seus donos permitem abusos por parte dos governos. O exemplo mais claro disso foi a Guerra do Iraque em 2003, alavancada pela grande mídia dos Estados Unidos.

Eduardo dos Anjos: Tenho acompanhado os vazamentos publicados pela sua ONG e até agora não encontrei nada que fosse relevante, me parece que é muito barulho por nada. Por que tanta gente ao mesmo tempo resolveu confiar em você? E por que devemos confiar em você?
JA: O WikiLeaks tem uma história de quatro anos publicando documentos. Nesse período, até onde sabemos, nunca atestamos ser verdadeiro um documento falso. Além disso, nenhuma organização jamais nos acusou disso. Temos um histórico ilibado na distinção entre documentos verdadeiros e falsos, mas nós somos, é claro, apenas humanos e podemos um dia cometer um erro. No entanto até o momento temos o melhor histórico do mercado e queremos trabalhar duro para manter essa boa reputação.”


Vermelho.org
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@@@ Visita de Obama é reconhecimento a 'status internacional' do Brasil, diz governo dos EUA.

Barack Obama
Viagem de Obama à América do Sul incluirá idas ao Chile e a El Salvador



O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Mike Hammer, disse nesta quinta-feira que a visita que o presidente americano, Barack Obama, fará ao Brasil em março é um reconhecimento ao status internacional conquistado pelo país.
"A viagem é parte de nosso engajamento com o nosso próprio hemisfério", disse Hammer, em uma coletiva de imprensa em Washington para abordar as prioridades de política internacional do governo americano.
"É também um reconhecimento do importante status e contribuição internacional do Brasil", afirmou.
A viagem é a primeira de Obama à América do Sul, e incluirá também visitas ao Chile e a El Salvador. Segundo Hammer, ainda não há data definida para a viagem, mas ela deverá ocorrer na segunda metade de março.
"Estamos trabalhando com os governos desses países para finalizar os detalhes", afirmou.
 
Áreas de interesse
 
Obama anunciou a viagem na terça-feira em seu discurso sobre o Estado da União, ao afirmar que servirá para "forjar novas alianças para o progresso das Américas".
No Brasil, o presidente americano de verá se reunir com a presidente Dilma Rousseff para tratar de áreas de interesse conjunto. Dilma tinha uma viagem planejada aos Estados Unidos em março, mas, diante da mudança de agenda, a visita acabou cancelada.
O porta-voz americano disse que Dilma já manifestou interesse em ampliar a parceria com os Estados Unidos e que o governo americano espera "embarcar no que, acreditamos, pode ser um esforço cooperativo muito frutífero para os dois países".
"Acreditamos que há muitos interesses comuns com o Brasil nos quais poderemos trabalhar juntos, e esse será o propósito desta viagem", disse. "A relação com o Brasil é uma relação importante que queremos desenvolver e ampliar."
Entre as áreas de interesse comum, Hammer cita energia limpa, crescimento global e os esforços de assistência ao Haiti.
 
Lula
 
Esperava-se uma visita de Obama ao Brasil desde o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas a viagem acabou sendo adiada várias vezes, em meio a um certo esfriamento das relações bilaterais devido a divergências sobre vários temas nos últimos dois anos.
No ano passado, as divergências foram acentuadas pela aproximação de Lula com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. O Brasil não apoiou a aplicação de uma nova rodada de sanções da ONU contra o programa nuclear iraniano, aprovada pelo Conselho de Segurança em junho.
O Brasil tentou evitar as sanções e chegou a obter um acordo com o governo iraniano, ao lado da Turquia, para buscar uma solução por meio do diálogo. No entanto, os Estados Unidos rejeitaram o acordo, o que provocou irritação no governo brasileiro.
Hammer evitou, porém, falar sobre um suposto distanciamento entre os dois países durante o governo Lula.
"Não quero comparar o que poderia ter sido, ou deveria ter sido", disse. "Queremos aproveitar essa oportunidade para continuar uma parceria forte. Nós já tínhamos uma relação boa e sólida com o presidente Lula em seu governo."