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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

@@@ A guerra no mundo virtual está posta>>>Hackers x U.S government's


Em represália a prisão de Julian Assange hackers do mundo todo estão invadindo sites que possuem ligações com U.S government's.
O primeiro site a ser invadido foi o site de Serviço de pagamentos PayPal e o site do banco PostFinance que de acordo com a companhia de segurança digital Panda Security, o sistema de pagamentos on-line PayPal, que suspendeu o link de doações ao Wikileaks ficou quase 11 horas fora do ar.
Depois foram os sites da mastercard ( que continua fora do ar ) e visa, que também suspenderam os valores das doações ao site wikileaks.
Momento mais tarde, foi invadido o site da promotoria sueca e do advogado responsável pelas alegações de crimes sexuais cometidos supostamente cometidos por Assange.
E a ofensiva certamente não deverá parar aí, internautas e hackers do mundo inteiro estão se unindo contra a censura ao wikileaks e a violação dos direitos humanos ao qual está sendo submetido Assange.
Será que essa guerra cybernética o governo americano conseguirá controlar?
O especialista em Direito internacional, professor da PUC-SP, Caio Gracco Pinheiro Dias,acrescenta que a estratégia de ameaça ao WikiLeaks pode ter uma consequência inesperada.
- O WikiLeaks, ainda que seja uma estrutura descentralizada, é uma organização que tem uma existência pública. O problema de se perseguir essa organização é que o interesse de algumas pessoas na divulgação desse tipo de segredo vai continuar existindo. O que pode acontecer é que a internet facilita que as pessoas se organizem de maneira mais clandestina.
Para ele, há também o risco de aumentar "a percepção de que Assange é um mártir, um inocente que está sendo acusado injustamente, dando mais legitimidade à causa".
Na opinião do professor, a verdadeira campanha contra o WikiLeaks não é a prisão do Assange.
- A verdadeira campanha foi a Visa, a Mastercard se recusarem a receber pagamentos para eles, bloquearem as contas da Wikileaks. Foi a Amazon se recusar a hospedar o site. Essa é a verdadeira campanha, porque tenta asfixiar a organização, e não a pessoa. Curiosamente, não está tendo toda publicidade que mereceria. O foco está sendo na figura do Assange.
Gracco faz uma comparação entre os vazamentos de documentos e a divulgação de escutas eletrônicas pela imprensa brasileira, e diz que a prática do site não é ilegal.”


Artigo com informações dos sites terra e BBC de Londres.

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